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Meu Momento ♡

Você poderia ter sido o homem da minha vida

[Você pode ler este texto ao som deSay Something]
           Olá, espero que as coisas estejam fluindo na sua vida desde a última vez que nos encontramos. Faz um bom tempo que meu coração fica inquieto e pede para que eu escreva para você, bom, confesso que já escrevi umas duas vezes e em seguida rasguei o papel. Dessa vez resolvi escrever aqui, não te enviarei, mas eu sei que um dia acabará chegando em você.         Bom, a primeira coisa que queria te dizer é que você poderia ter sido o homem da minha vida, talvez não no momento que nos esbarramos na primeira vez, mas quem sabe agora ou lá na frente, porém, não é e nem será, é, você estragou tudo (não falo do nosso pseudo-relacionamento), você  mostrou ser alguém que eu não gostaria de dividir nenhum segundo do meu dia, quanto mais minha vida.          Não, não tenho mais raiva de você, por muito tempo tive medo, sim, medo, você me fez sentir algo que nunca imaginei que sentiria, e hoje olho para o mundo com outros olhos, me sinto ma…

Amor Plural







 "Uma flor, amanhã, eu sei, nascerá nos quintais onde os sonhos se afirmam no jamais.
Uma flor, amanhã, eu sei, brotará, da imensidão lembrança de tardes outonais.
[...] Nascerá lindo luar! E os sentidos se confraternizarão, ao som do violão.
Felicidade é encontrar na saudade do abraço o encontro da nossa paz." 
(Canta-se)

Eu queria falar de amor... mas não do amor apenas vestido de palavras, queria falar do amor vestido.. de nuvens! Queria falar do amor comum, morno e normal, de sempre e de todos, do amor que nasce no gesto. Bem, eu queria falar do amor que não vem num cavalo branco, daquele amor que acontece, que é acontecência na vida, nos ciclos diários. Eu queria falar do amor que não existe na linguagem, mas no viver dos instantes... ou seja, o amor dos poetas calados. Esse amor humano, o amor substância do tempo no mundo, entende? Eu queria falar do amor sorriso, do amor lágrima, do amor saudade, do amor invisível... é, invisível! Que tolera o outro exatamente como ele é, desengonçado, esquecido, desajustado, esse amor que não está na gente e que só existe porque tentamos buscar de fora pra dentro, esse amor que deixa  gente cheio e vazio ao mesmo tempo. Eu queria falar desse amor estúpido mesmo, de jogar pipoca no outro, de fazer piada sem pé, sem eixo. Esse amor que nos permite sentir o infinito e que tem ficado estreito num mundo tão aflito.

É como o cara que entrou no mar e caminhou tão pra frente, rumo ao horizonte, que nunca mais voltou. E quando se perguntam "cadê aquele cara que entrou no mar?" Todo mundo responde: "Foi o mais perto do horizonte que ele conseguiu."

É desse amor que eu queria falar!

Letra e música: Mário Silveira (O Palhaço)


Essa música foi meu presente de aniversário de 2014. Hoje ela faz mais sentindo do que nunca, virou um mantra pra gente.
Obrigada meu amor, por ser a melodia mais linda da minha caixinha de música. Te amo. 

Uma flor, amanhã, eu sei, brotará...

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